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| Acará Azul
(Sobe) |
| (Aequidens latifrons) É uma espécie
popular, relativamente pacífica. Atinge cerca de 12 cm.,
é cinzento e possui faixas verticais bem definidas, cobertas
de pintas azuis. É fácil de reproduzir. Provém
do Panamá, Colômbia e Venezuela. |
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| Acará Bandeira
(Sobe) |
( Aequidens curviceps) Esse ciclídeo
também é conhecido como Acará Cabeça
de Cordeiro ou Ciclídeo Bandeira. Esse peixe da região
amazônica atinge cerca de 10 cm. e é bastante pacífico,
por isso bom para viver em comunidade, sem que sejam seus companheiros
muito pequenos, pois ele se alimenta também de peixinhos.
Não costuma mordiscar as plantas e come quase de tudo.
Seu corpo é verde, com escamas da mesma cor, as barbatanas
dorsal e anal são marcadas de azul.
Parar reproduzir-se, não é difícil, mas
casais jovens costumam comer seus ovos. |
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| Acará Castanho
(Sobe) |
(Aequidens portalegrensis) É um
peixe grande, de 25 cm. Existe no Brasil e na Bolívia.
São mais agressivos que os outros acarás.
Sua cor, quando adulto é castanha, com uma larga faixa
e pintas azuis nas barbatanas. |
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| Barbus titteya (Barbo
Cereja) (Sobe) |
Este Barbo do Sri Lanka atinge apenas
4,5 cm. de comprimento.
Muito ativo e de pouca profundidade, não tolera lotação
excessiva no aquário.
Ambos os sexos possuem uma listra preta ao longo do corpo, sendo
que nos machos a maior parte do corpo é de cor vermelho
cereja, ficando ainda mais marcadas durante a desova, já
a fêmea é totalemente castanha com barbatanas avermelhadas.
As crias são proporcionalmente pequenas e difíceis
de cultivar até atingirem o tamanho suficiente para consumirem
alimentos normais.
São pacíficos com outros peixes no aquário
comunitário. |
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| Betta (Sobe) |
Peixe Betta ou betta splendens, é também conhecido
como o peixe de briga siamês. É um belíssimo
peixe ornamental de água doce e um dos preferidos, senão
o mais, entre os aquaristas.
Origem: Tailândia - nos arrozais
Características: tido como peixe de briga, os machos
brigam constantemente por domínio, levando até
a morte. Se um aquário tiver apenas um macho, podem
ser mantidas várias fêmeas juntas.
Peculiaridade:
Os bettas podem respirar ar, devido a um órgão
que possuem, chamado de labirinto, que permite que retirem
oxigênio do ar para respirar.
Alimentação
Deve ser composta por 45 a 48% de proteína, além
de vitaminas e minerais balanceadis. Verificar a composição
na hora de comprar as rações.
O betta deve ser alimentado de 2 a 3 vezes ao dia, comp equenas
quantidades de ração, durante 5 minutos.
Uma vez por semana, dê artêmias ou Bloadwarms
congeladas. É fundamental para o perfeito funcionamento
do aparelho digestivo do betta.
Caso vai viajar nos finais de semana, é melhor deixar
o peixe sem comida do que encher o aquário de besteiras.
Por uns 4 dias antes da viagem, dê ao seu betta artemias
vivas ou bloadwarms e ração, além de
vitamina C. Esta dieta fortalece as reservas do peixe. Na
véspera, troque a água da betteira e ponha-a
em um lugar iluminado, desde que sem a luz direta do sol.
Troca da Água
Troque a água da betteira uma vez por semana. O ideal
é de 3 em 3 dias, para evitar o ataque de bactérias
na cauda do betta.
A água deve ser desclorada e descansada. Cuidado com
o cloro.
A temperatura deve ser de 25 a 27 graus, especialmente no
inverno, quando deve ser utilizado um aquecedor apropriado.
Com a alta na temperatura do peixe, o seu metabolismo aumenta
e previne contra o aparecimento de doenças.
Reprodução
O casal escolhido deve ter um macho que se arme todo ao ver
a fêmea que deve ser gordinha e com o seu oviduto a
mostra.
Deixe o casal no aquário e se o macho terminar um ninho
de bolhas e a fêmea der o sinal de aceitação
(aparecem listras verticais no seu corpo), solte a fêmea
e deixe o casal se conhecer. Veririque se a fêmea está
apanhando muito ou se estão ocorrendo os abraços.
No final da desov a fêmea deverá estar magrinha.
Retire-a e deixe o macho cuidar do ninho.
A eclosão dos ovos ocorrem dem 24 a 48hs e nos primeiros
quatro dias eles ficam imóveis, alimentando-se do saco
vitelino. A partir daí eles começarão
a nadas na horizontal, hora de retirar o macho.
Comece a alimentar os alevinos com infusórias ou água
verde nos primeiros 3 dias. A partir do 4º dia, anterne
entre micro-vermes e artemia recém eclodida de 2 a
3 vezes ao dia.
partir do 6 dia coloque aeraçõo bem fraca.
A partir do primeiro mês artemias vivas e Blood-Worms.
A partir da terceira semana de nascimento acoluna d'água
deve ser elevada 1cm ao dia até atingir 20cm.
Troque sempre uma parte da água para minimizar os efeitos
dos hormonios.
DOENÇAS
Doenças causadas por parasitas e fungos, sintomas
e tratamento.
Achyla ou Saprolegnia- Fungos, manchas brancas ou tufos semelhantes
a algodão. Use fungicida (exemplo: aqualife - 1 gota
para 2 litros).
Oodinium Pillularis- Parasita muito perigoso. Pode devastar
um áquario em poucas horas. O primeiro sintoma é
falta de apetite, depois a respiração torna-se
ofegante ( asfixia) , os peixes vão à superfície,
ficam desequilibrados. Pode haver nas escamas um brilho fraco,
como veludo. Fungicida ( aqualife 2 gotas para cada 1 litro)
e Parasiticida ( Labcom Ictio 1 gota para cada 2 litros).
Costia - Falta de apetite, manchas esbranquiçadas ,
ramificações vermelhas nas nadadeiras. Fungicida
( aqualife) e parasiticida( labcom Ictio) 1 gotas para cada
2 litros. Ictio - É a doença mais comum. Pequenos
pontos brancos nas nadadeiras ou em todo o corpo. nadadeiras
fechadas os peixes costumam se esfregar no cascalho ou nas
pedras. Parasiticida (labcom Ictio 1 gota para cada 2 litros).
Doenças causadas por bactérias e vírus
Nadadeiras roidas- Pode ter várias causas geralmente
são bactérias. As nadadeiras ficam esbranquiçadas
e se desfazem. O ph ácido favorece o seu aparecimento,
neste caso, antes de iniciar o tratamento corrija o ph (elevando
-o). Bactericida labcom bacter 1 cápsula para cada
25 litros.
Fungos na boca- Grossa camada de fungos na boca parecida com
algodão. O fungo pode estar associado à bactérias
que se localizam em ferimentos. Fungicida aqualife 1 gota
para cada 2 litros e bactericida labcom bacter 1 cápsula
para cada 25 litros.
Hidropsia (ventre volumoso)-É causada por bactérias
que atacam os órgãos internos paralisando-os
. Os peixes ficam barrigudos e com as escamas eriçadas.
Pode ser incurável bactericida labcom bacter 1 cápsula
para cada 25 litros.
Tuberculose ou barriga seca- O peixe fica magro, com o ventre
retraído. Pode ser causada por alimentação
de má qualidade e pouco variada. O estado de debilidade
do peixe pode tornar a cura difícil. Bactericida labcom
bacter.
Olhos inchados (pop-eye)-Pode ser causado por bactérias
(tuberculose hidropsia), por fungos ( Ichthyosporidium) ou
por vermes. Os sintomas é seus olhos inchados.Paraciticida
e bactericida.
Buraco na cabeça (hole-in-head)- Doença dos
acarás. Ataca os órgãos internos, causando
danos que podem ser irreversíveis. Falta de apetite
. na fase final aparecem inchações e perfurações
na cabeça e no corpo.Não é muito contagiosa
usar bactericida.
D) Doenças causadas por problema na água Água
muito ácida- Nadadeiras fechadas , escamas eriçadas,
natação irregular , tremores . elevar o ph com
labcom alcali veja bula.
Água muito alcalina- Perda de brilho nas escamas, resperação
ofegante junto à superfície. Pode haver perda
de escamas. Diminuir o ph com labcom acid.
Hidropsia o terror dos criadores!
Hidropsia - A barriga-d'água dos peixes
O que é?
A Hidropsia não é uma doença, mas um
conjunto de sintomas e sinais que surgem no decorrer de certas
doenças. Ocorre quando há retenção
de líquidos na cavidade abdominal, músculos
e pele dos peixes, com consequências para todos os seus
orgãos.
Quando isto ocorre, o nivel de proteínas do sangue
diminui muito, o sangue se dilui, fica aquoso. Ocorre insuficência
dos rins e do coração do peixe. Ele não
consegue eliminar água de seu organismo. Incha. As
escamas, que estão presas a ele só por uma parte,
se levantam, eriçam.
Sobrevem lesões nas guelras, intestinos, etc. "A
degeneração do coração e dos rins
é causada por toxinas que podem ser de origem fermentativa,
tumoral ou parasitária". Muita gente considera
a hidropsia como uma doença, por isto vemos vários
autores, cada um apontando uma causa.
Mas ela não tem só uma causa, porque não
é uma doença. É uma síndrome.
A causa mais comum apontada é uma bactéria,
a Pseudomonas puntacta. É uma causa importante da hidropsia
infecciosa. Mas também na tuberculose, na lepidortose,
em algumas viroses e até em aquários com excesso
de nitratos pode ocorrer a hidropsia.
Há casos em que não é possivel encontrar
um agente causador. Há outras situações
que em certos aspectos podem simular a hidropsia: problemas
ovarianos em fêmeas e tumores malignos e benignos em
certas localizações, a oclusão intestinal,
gases, constipação intestinal, etc.
Em quase todas as situações a alimentação
errada, como dar sempre o mesmo alimento, principalmente não
vitaminados, podem causar o aumento do volume do peixe ou
mesmo levar a uma situação mais grave, pois
com alimentação errada o peixe tem sua imunidade
diminuída.
Mesmo no caso da infecção por P. puntacta, esta
só ocorre se o organismo estiver debilitado pelas condições
de vida dele. Em todos os casos de aumento global do volume
do peixe, parecendo inchado, ele deve ser imediatamente removido
para um aquário hospital.
Prevenção - Quarentena
A prevenção para todas as doenças é
a mesma. E para todas elas a prevenção é
o mais importante. Devemos sempre pensar na saúde como
um equilibrio entre o hospedeiro (peixe), agente agressor
(físico, químico, biológico) e o meio
(água).
O aquário é um sistema fechado, tem poder de
autodepuração limitado. À medida que
esta capacidade vai se esgotando, as condições
da água vão piorando. Numa progressão,
digamos, logaritmica em relação ao tempo. Até
que de repente o sistema entra em colapso.
A água é um solvente universal em nosso planeta.
Assim, qualquer agente patogênico (que cause doença)
se difunde nela com rapidez, e os peixes vivem nesse ambiente
em contato direto com esses agentes. Os peixes têm um
sistema imunológico que os defende de muitas agressões,
mas não de todas, e principalmente não durante
todo o tempo. Eles produzem excreções como fezes,
urina, amônia, e nadam num meio em que isto tudo está
dissolvido.
À medida em que o nivel desses poluentes vai crescendo,
os problemas vão aumentando. Por isto é tão
importante evitar a superpopulação, fazer trocas
parciais de água, a boa filtragem, a sifonação
do fundo, o controle dos parâmetros fisico-químicos,
etc.
Pelo mesmo motivo há gente que considera inadequada
a formula de 1 cm de peixe para l litro de água, pois
1 cm de um paulistinha não tem o mesmo significado
de 1 cm de um acará ou de um kinguio. Melhor seria
se o cálculo fosse feito pela relação
peso do peixe/litro de agua, tipo 1 g de peixe para 3 ou mais
litros de água.
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| Cadozes (Sobe) |
São da família Cobitidae,
seus corpos não possuem escamas, na maioria dos casos,
ou possuem apenas escamas rudimentares.
Têm formato aloongado e são onívoros, comendo
tudo o que é oferecido, escavam o chão procurando
comida.
Não se reproduzem em aquário. |
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| Carpas (Sobe) |
| A criação de carpas começou
na antiga Pérsia, mas desenvolveu-se efetivamente no
Japão. No Brasil, ela começou a ser criada na
década de 30.
Existem várias espécies de carpas, algumas
são criadas como peixes ornamentais (Nishihigoi e coloridas)
e as outras para comer (Cabeça-grande, Carpa-capim,
Espelho, Prateada e Húngara.
As carpas ornamentais mais conhecidas são as Nishihigoi
e foram também os primeiros animais a serem criados
para efeitos ornamentais. Elas apresentam as mais variadas
cores, vermelho, preto, amarelo, roxo, branco, ouro...
Temperamento:
Pacícifas e sociáveis entre si, inclusive com
os filhotes ou os recém-chegados, podem aprender a
responder aos chamados do dono e comer na sua mão.
Tempo de vida:
Média de 50 anos, mas em climas frios vive mais tempo.
Ela se adapta facilmente a vários ambientes.
Tamanho: de 70 a 90 cm.
Alimentação:
Vegetais, 2% do seu peso por dia, são onívoras.
As larvas alimentam-se de plâncton. A partir dos 15
dias os peixes devem alimentar-se de ração em
pó, a qual deve ser composta por farelos de milho,
de soja, farinha de carne e premix. Ela come pão, peixe,
carne...mas o ideal é que seja alimentada com ração.
Elas devem ser alimentadas de 2 a 4 vezes por dia.
Reprodução:
A carpa fêmea atinge a maturidade sexual a partir de
1 ano de idade e chega a desovar até 100 mil ovos mas,
devido à seleção natural, devem nascer
em torno de 100 filhotes. Além disso, a mãe
pode comer os ovos, ou seja, no caso de criação
em tanque, ambos devem ser separados.
Aos 3 meses são chamadas de alevinos. Os ovos eclodem
do 3º ao 7º dia.
O macho atinge a maturidade sexual entre 3 e 5 anos e durante
o período reprodutivo apresenta um crescimento anormal
nas barbatanas peitorais.
Água:
A temperatura deve ser de 8ºC (mínima) a 30ºC
(máxima), sendo que a variação deve ser
de no máximo 5ºC. O pH pode variar entre 7,2 a
7,4.
Instalação:
Para 2 a 3 carpas adultas, um tanque de 3m de superfície
e 80cm de profundidade com as bordas arredondadas. Os tanques
devem ser mais largos do que profundos.
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| Cauda de Espada (Sobe) |
(Xiphophorus helleri) Esse peixe vem da
Guatemala e México, pode atingir em média 10 cm.
ou mais.
Possuem uma longa extensão na cauda, em formato de espada.
Não gostam de muita profundidade e são vorazes.
São resistentes e fáceis de reproduzir.
Mudam de sexo sem motivo aparente. |
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| Cauda de Lira (Sobe) |
(Aphyosemion australe) Esse peixe atinge
cerca de 6,5 cm., com cores intensas. Tem vida curta.
As fêmas têm caudas arredondadas e são de
cor castanha.
Os machos são castanho-avermelhados e possuem a cauda
em forma de lira, na cor azul com pintas vermelhas. |
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| Cauda de Tesoura (Sobe) |
(Rasbora Trilineata) Esse peixe pode atingir
até 15 cm., mas geralmente é mais pequeno.
Sua cauda está sempre sacudindo, por isso seu nome.
É muito calmo e ótimo para viver em comunidade.
Não é de difícil reprodução,
mas exige um aquário maior que o normal, devido ao seu
tamanho. |
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| Corydoras (Sobe) |
Peixe-gato-bronze (Corydora Aeneus) –
é o característico peixe-gato.
É pequeno, atingindo cerca de 7,5 cm e vive em águas
pouco profundas, vivendo exclusivamente no fundo.
Sua boca é pequena e inclinada para baixo, circundada
por pequenos barbilhões.
É escavador. Se dão melhor em água neutra
ou alcalina, não toleram condições ácidas
ou sal.
Peixe-gato-arqueado (Corydora arcuatos) – é
um peixe-gato do Amazonas, atinge 5 cm. e seu corpo é
branco marfim, com tonalidade pérola.
Peixe-gato-elegante (Corydora elegans) – também
vem do Amazonas, chega a 6 cm. e vive em água pouco
profunda. Seu corpo é castanho-claro.
Peixe-gato-anão (Corydora hastatus) – é
um exemplar pequeno, também do Amazonas, que atinge
apenas 3,5 cm.
Alimenta-se com frequência em águas intermediárias,
muito ativo e não tão noturno quanto os outros
corydoras. |
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| Danio Gigante (Sobe) |
(Danio malabaricus) Esse peixe provém
da Índia e do Sri Lanka.
É pacífico, assim como os danios mais pequenos.
Deve ser mantido a pouca profundidade e chega a medir 15 cm.
Reproduz-se facilmente, mas precisa de muita comida viva para
manter-se.
Outro cuidado a ser tomado, é para que ele não
pule para fora do aquário, então faz-se necessário
cobrir o mesmo. |
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| Danio Leopardo (Sobe) |
(Brachydanio frankey) Essa espécie
vem do Sudeste Asiático, seu corpo é amarelo-prateado,
com vários pontos azuis escuros.
Atinge cerca de 6 cm., sendo que as fêmeas são
maiores, e podem medir um pouco mais que 6 cm.
É um nadador rápido, de superfície, e o
aquário deve estar coberto, pois ele pode saltar para
fora, assim como o danio gigante.
Os machos não são tão férteis, porisso
não se reproduz facilmente. |
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| Disco (Sobe) |
(Symphysodon discus) Os discos vivem
na região amazônica, e chegam a medir 18 cm.
São tímidos e lentos, se alimentam de alimentos
vivos e são de profundidade média.
Sua boca é pequena, e devem ser mantidos em aquários
sem outras espécies, pois não aceitam agressões.
Sua cor é menos intensa que a de outros discos, castanho
amarelado ou dourado, com listras verticais visíveis
e horizontais azuis-esverdeadas em todo o corpo e barbatanas. |
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| Guppy (Sobe) |
(Poecilia reticulata) O Guppy também
é conhecido por lebiste, provém da América
do Sul e foi introduzido com peixe de aquário em 1908.
É um excelente peixe para a vida em aquários,
pois é resistente, se reproduz com facilidade e existe
em grande variedade de cores.
Machos e fêmeas são visivelmente diferentes, os
machos chegam a medir 3 cm., enquanto as fêmeas, 6 cm.
Os machos têm cores vivas, com a barbatana e a cauda grandes,
já as fêmeas são esverdeadas e suas barrigas
ficam enormes quando estão na época de reprodução |
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| Jack Dempsey (Sobe) |
(Cichlasoma biocellatum) É um
peixe grande da região amazônica. Este ciclídeo
é um dos mais agressivos.
Se conservado em aquário de uma única espécie,
se torna um ótimo peixe, pois é bonito e pode
atingir cerca de 20 cm., porém, se colocado com outras
espécies, ataca todos que passam por perto.
Também destrói as plantas do aquário. Sua
cor é verde escura ou preta.
O namoro desses peixes é violento, pois se agarram pelas
mandíbulas e lutam.
Se reproduzem com facilidade, depositando os ovos em uma pedra
limpa ou num buraco na areia. |
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| Júlia (Sobe) |
(Julidochromis ornatus) Esse peixe chega
a medir em torno de 10 cm. É territorialista e tímido,
precisando de vários esconderijos no aquário.
Seu corpo é esguio e sua barbatana quase se estende por
ele todo.
Vive bem com outros ciclídeos, pois cada um delimita
seu território. |
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| Killifish Deccan (Sobe) |
(Aplocheilus lineatus) Esse peixe é
o maior dessa espécie, atingindo cerca de 12 cm.
É pacífico, mas os pequenos tomam cuidado perto
dele, pois sua boca é grande.
Sua cor é amarelo-esverdeado, com pintas verdes, reluzentes.
A desova é feita em plantas flutuantes e suas crias são
grandes, assim como os ovos. |
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| Limpa Vidro (Sobe) |
| Nome: Otocinclus vestitus / Otocinclus
affinis
Origem: América do Sul
Tamanho: 5cm
PH: 6,8 a 7,0
Temperatura: 19 a 26º
Alimentação: ração para peixes
tropicais, vermes e algas que se formam nos vidros e decoração
do aquário;
Comportamento: pacíficos, adaptam-se em qualquer aquário
comunitário.
Reprodução: Ovíparos, mas nada se sabe
a respeito da reprodução em cativeiro, não
há registros a respeito. Também não existem
diferenças externas em seu corpo para a diferenciar
seu sexo.
O Limpa Vidros "Otocinclus Vestitus" é uma
espécie extremamente tranquila e inofensiva, necessário
para a limpeza das algas existentes nos vidros. Colocando
em uso sua boca, que funciona como uma ventosa ele passa a
sugar e raspar o alimento.
É um peixe muito útil pois se alimenta do limo
existente no aquário. É pacifíco, mas
evite colocá-lo com peixes muito maiores do que ele,
pois ele pode tentar se alimentar do muco que alguns peixes
como os discos produzem na sua pele, ou pode ser comido pelos
peixes maiores.
Suas nadadeiras peitorais possuem pequenos espinhos que são
acionados ao menor sinal de perigo, mas não causando
danos nenhum a outras espécies.
Coloque-o no aquário somente depois de se formar o
limo nas pedras, plantas ou mesmo nos vidros, ou quando já
tiver algumas algas, do contrário, ele poderá
morrer de fome. Além do limo sua alimentação
também consiste de alimentos em flocos e vivos como
artêmia salina.
Esta loricária poderá permanecer horas e horas
imóvel, grudado no vidro, sem que isso signifique algum
sintoma de doença, já que, a espécie
tem este habito. Devemos adquirir pelo menos duas a tres exemplares
da espécie, pois não gostam de ficar sozinho.
Prefere esconderijos escuros e lugares protegidos da luz.
Esta espécie é muito adequada como limpa-algas
e pode ser facilmente encontrado no mercado. Existem 3 ou
4 otocinclus ou um pleco ou um ancistrus ou um comedor de
algas siamês (SAE).
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| Oscar (Astronotus
ocellatus) (Sobe) |
Originário da América do
Sul, esse peixe grande chega a atingir 30 cm. Sua boca é
grande e possui barbatanas grossas e ásperas.
É muito ativo, se movimentando muito no aquário.
Pode se tornar muito dócil, chegando a comer pedaços
de carne ou peixe das mãos do dono, e permite que façam
carinho nele. Necessita de um aquário grande, devido
ao seu tamanho, para poder nadar, e sem plantas, pois ele
as destrói.
Se reproduz com facilidade. |
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| Trichogaster leeri
(Gurami-pérola) (Sobe) |
Esse peixe é típico do
Sudeste asiático.
Com todos os membros desse gênero, possui o corpo compacto
e abaulado. São de tonalidade verde azeitona, com pintas
quase brancas pelo corpo e barbatanas.
Nos adultos, a garganta, ventre e parte anterior da barbatana
anal ficam da cor vermelho vivo e todas as cores são
intensificadas na reprodução, que só ocorre
quando tem uma ano de idade, pelo menos.
Às vezes precisam de proteção em relação
a peixes agressivos que nadam rapidamente. |
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| Trichogaster microlepis
(Gurami-luar) (Sobe) |
É muito parecido com o T. Leeri e originário do
Camboja e Tailândia.
Atinge 15 cm. E é muito tímido e pacífico,
sua cor é azul prateado em todo o corpo. |
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| Trichogaster trichopterus
(Gurami-de três pintas) (Sobe) |
• Trichogaster trichopterus (gurami
de três pintas)
Já foi mais popular esse peixeque também provém
do Sudeste Asiático e é parecido como o T. Leeri,
é cor de azeitona pálido com faixas azuladas tênues.
As três pintas se referem à duas localizadas ao
longo do corpo, na altura da cauda e no flanco e a terceira
pinta é o olho.
É agressivo e se reproduz com facilidade |
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